Naquela manhã de Natal, a Luísa,
a Teresa, o Pedro e o João estavam a tomar o pequeno almoço em casa da Tia
Joana, quando viram nas notícias o assalto ao Museu dos Descobrimentos. Assim
que souberam do souberam do roubo das
joias do Rei D. Pedro II, saltaram da mesa e foram acordar o Chico, que, como
sempre, ainda ressonava. A Luísa e a Teresa saltaram para a cama, enquanto
gritavam:
-
Chico, acorda, houve um assalto ao Museu dos Descobrimentos, aqui ao lado.
-
Vamos investigar? – Perguntou a Teresa entusiasmada.
O
Chico levantou a cabeça com um ar ensonado e respondeu enquanto bocejava:
-
Eu cá preferia dormir, mas já que estamos aqui ao lado, vamos lá a isso!
Pouco
depois, já estavam todos no Museu, à procura de pistas. Começaram por dar uma
volta pelo Museu à procura de pistas. Viram o que de importante foi inventado e
criado pelos portugueses, o que trouxeram de África, da Índia, da China e do
Japão ou do Brasil.
Quando
entravam na salado simulador, o Pedro reparou em dois homens que discutiam em
voz baixa. O Pedro e o João tentaram aproximar-se para ouvir melhor, mas eles
calaram-se.
Enquanto
se afastavam, o homem mais baixo e magro deixou cair um papel ao tirar um lenço
do bolso. O papel dizia:
«Hoje às 6:00 encontramo-nos na sala do
Infante para tirar o tesouro do esconderijo.»
Às
6:00, com o Museu fechado, o Chico, a Luísa e a Teresa esconderam-se, como
podiam, em arcas e móveis do Museu. Cá fora, o Pedro, o João e o Faial estavam
atrás de um carro do outro lado da rua.
À
hora combinada, apareceram três homens e uma mulher, que abriram uma parede
falsa onde tinham escondido o roubo. Nesse momento, a Luísa mandou uma mensagem
ao Pedro, que telefonou à polícia.
Quando
a polícia chegou, a luta com os assaltantes divertiu o grupo: zás, pum, bam… e
foram levados para a prisão.
Como
agradecimento, a Polícia, o Museu e a Câmara do Porto ofereceram um prémio ao
grupo de amigos.
José Carlos Valente 6ºA (Concurso "Uma Aventura Literária...2016")
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