Num reino distante
Havia uma princesa encantada
Chamada Felicidade
E que era muito bonita.
Tinha olhos azuis
Um vestido laranja
E um chapéu da cor do sol.
No seu castelo
Só havia mordomos
E pessoas a pedir ajuda
Para terem uma vida melhor.
O seu gato, o Matias
Era um gato preto
Com olhos muito brilhantes
Era um gato fofo mas maroto.
Havia, ainda, uma bruxa
Com a pele branca
E que nunca conseguia
Ficar feliz
Com o que Felicidade fazia.
Um dia Felicidade
Foi dar um passeio
E parou para descansar
Pois apareceu uma nuvem
E ela achou que devia parar
Pois a qualquer momento começaria a chover.
Então a princesa
Decidiu sentar-se
Na sombra de uma árvore
Para se proteger da chuva.
Regressou ao castelo
E lá estava a bruxa
Com um pratinho de bolachas
E um delicioso copinho de leite.
A princesa começou a estranhar
E com medo do que podia acontecer
Agradeceu e foi para o quarto
Escapando às maldades da bruxa
Graças ao conselho que a sua fada madrinha
Lhe havia segredado...
Filipa Cardoso Liça 6ºA ( Clube de Leitura e Escrita Criativa )
Olá a todos! Este blog visa divulgar os trabalhos realizados pelos alunos do 2ºCiclo do Colégio de Nossa Senhora da Bonança no âmbito da Língua Portuguesa! Que ele possa ser um estímulo e a prova de que nunca é cedo para se começar uma aventura inesquecível no mundo das palavras e seu brilho...
Mostrar mensagens com a etiqueta Prosa poética. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Prosa poética. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Um reino encantado
Etiquetas:
Prosa poética
Clementina
Cabelo ruivo,
Olhos escuros,
Boca redonda e
Cabeça arejada
Uma menina
Cujo passatempo
Era dançar sem parar
Com a sua saia rendada
E os seus óculos de sol
Clementina, além de dançar sem parar
Tocava com o seu violino.
Todos achavam
Que os olhos dela
Eram alérgicos
À luz da Lua.
Ela andava sempre
Com óculos de sol
A que às vezes chamavam
Óculos de Lua.
Um dia ofereceram-lhe
No seu aniversário
Um lenço de seda
E um novo violino.
Como a Clementina
Não era lá muito esperta
Achava que o violino estava doente
Só porque era branco.
Mas graças a Deus,
Ou melhor,
Graças ao médico musical
Ela ficou bem mais aliviada.
Ficou muito contente
Pelo facto de o violino estar bem
Mas ficou ainda melhor
Com a estátua de vidro
Que decidiram dedicar-lhe.
Como ficou radiante
Começou a cantar cantigas
Que a sua avó há muito tempo atrás
Tão docemente lhe ensinara.
Era assim a doce Clementina...
Inês Cardoso Liça 6ºA ( Clube de Leitura e Escrita Criativa )
Olhos escuros,
Boca redonda e
Cabeça arejada
Uma menina
Cujo passatempo
Era dançar sem parar
Com a sua saia rendada
E os seus óculos de sol
Clementina, além de dançar sem parar
Tocava com o seu violino.
Todos achavam
Que os olhos dela
Eram alérgicos
À luz da Lua.
Ela andava sempre
Com óculos de sol
A que às vezes chamavam
Óculos de Lua.
Um dia ofereceram-lhe
No seu aniversário
Um lenço de seda
E um novo violino.
Como a Clementina
Não era lá muito esperta
Achava que o violino estava doente
Só porque era branco.
Mas graças a Deus,
Ou melhor,
Graças ao médico musical
Ela ficou bem mais aliviada.
Ficou muito contente
Pelo facto de o violino estar bem
Mas ficou ainda melhor
Com a estátua de vidro
Que decidiram dedicar-lhe.
Como ficou radiante
Começou a cantar cantigas
Que a sua avó há muito tempo atrás
Tão docemente lhe ensinara.
Era assim a doce Clementina...
Inês Cardoso Liça 6ºA ( Clube de Leitura e Escrita Criativa )
Etiquetas:
Prosa poética
Subscrever:
Mensagens (Atom)